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Espécie do mês de Março: Garça-vermelha
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É ligeiramente mais pequena que a garça-real e a sua plumagem, de cor acinzentada, pode variar, podendo ir desde tons bastante escuros até outros mais claros, quase róseos. Apresenta uma mancha identificativa, debaixo da asa, de cor púrpura, visível durante o voo. O bico é de cor amarela e com uma aparência bastante pontiaguda, sobretudo quando se comparado com o da garça-real.
Ocorre sobretudo em zonas húmidas com caniçais densos: estuários, rias, lagoas costeiras e pequenos canais de regadio, com águas pouco profundas, de correntes de baixa velocidade e com um substrato arenoso, sedimentar ou lodoso, sem rochas ou obstáculo semelhantes.
A alimentação desta espécie consiste essencialmente em pequenos peixes e insectos, podendo também caçar, pequenos mamíferos, anfíbios e répteis.
Os ninhos são construídos muito próximos da água, em caniçais densos, sendo este tipo de vegetação a principal matéria-prima para a sua construção. As crias são nidícolas e ambos os progenitores cuidam da prole até que esteja suficientemente desenvolvida para se tornar independente.

A população existente no continente europeu é migratória, e a maioria dos animais desloca-se para a África subsariana durante o Inverno, ainda que um número reduzido de animais possa invernar no sul da Europa ou no golfo da Arábia.
De acordo com o Instituto da Conservação da Natureza e Biodiversidade, no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal, esta espécie encontra-se “Em Perigo”, sendo o principal factor de ameaça a perturbação dos locais de alimentação e nidificação.
Colocação de Caixas-ninho em Manteigas
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A colocação das caixas-ninho para aves de rapina nocturnas são realizadas no âmbito do Projecto BARN, sendo monitorizadas por técnicos do CERVAS.


Campanha de Apadrinhamentos CERVAS '10
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Saída de Campo: Observação e Identificação de Árvores e Arbustos
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A saída continuou no Curral do Negro, uma mata em que os carvalhos, as faias e os medronheiros dominam a paisagem. Durante a tarde e ao longo do caminho que levaria ao ponto de paragem seguinte, observaram-se monoculturas de pinheiro, pseudotsuga e betula. Neste caminho registaram-se também algumas flores anuais, e características pela sua precocidade da floração, diversas espécies de narcisos (todas as espécies de narciso são protegidas) e um belíssimo conjunto de crocos a preencher o solo da floresta.
O ponto seguinte de observação decorreu nas zonas circundantes ao CEAF - Centro de Educação Ambiental de Folgosinho, onde se encontrou uma floresta de coníferas, que apesar da sua beleza, se encontra de alguma forma deslocada do ambiente natural que se encontra na Serra da Estrela. Registou-se alguma variedade de coníferas, desde pinheiros, larícios, ciprestes e abetos.
O último ponto de paragem realizou-se em Ribamondego, junto ao Rio Mondego, onde apesar da paisagem ser dominada por uma antiga plantação de choupos, é possível observar-se flora característica das zonas ripícolas, como freixos e amieiros e algumas herbáceas, muitas com carisma medicinal.
Fazendo um balanço pessoal a saída correu dentro do espectável, com a observação de muitas espécies, num dia em que o sol não se escondeu e com um grupo de pessoas bastante divertidas, concretizando um dia agradável.
Árvores e Arbustos:
Fagus sylvatica - Faia
Quercus rubra - Carvalho-americano
Quercus robur - Carvalho-alvarinho
Quercus suber - Sobreiro
Quercus pyrenaica - Carvalho-negral
Castanea sativa - Castanheiro
Pinus pinaster – Pinheiro-bravo
Pinus pinea – Pinheiro-manso
Pinus sylvestris – Pinheiro-de-casquinha
Pseudotsuga menziesii – Abeto-de-douglas
Cupressus macrocarpa – Cipreste-da-califórnia
Larix decidua – Lariço-europeu
Chamaecyparis lawsoniana – Cipreste-de-lawson
Cupressus sempervirens – Cipreste-dos-cemitérios
Cupressus lusitanica – Cedro-do-buçaco
Abies alba – Abeto-branco
Salix atrocinerea – Salgueiro-preto; Borrazeira-preta
Alnus glutinosa – Amieiro
Betula alba – Bétula; Vidoeiro
Acer pseudoplatanus – Plátano-bastardo; Bordo
Aesculus hippocastanum – Castanheiro-da-india-de-flores-brancas
Juniperus oxycedrus – Zimbro-bravo
Prunus laurocerassus – Louro-cerejo
Salix alba – Salgueiro-branco
Olea europea var. europea - Oliveira
Eucaliptus globulus – Eucalipto-comum
Viburnum tinus - Folhado
Sambucus nigra - Sabugueiro
Fraxinus angustifolia subsp. angustifolia - Freixo-de-folha-estreita
Arbutus unedo - Medronheiro
Populus alba – Choupo-branco
Populus nigra – Choupo negro
Ilex aquifolium - Azevinho
Platanus x hispanica – Plátano-comum
Cytisus grandiflorus – Giesta-amarela-das-sebes
Cytisus multiflorus – Giesta-branca
Cytisus striatus – Giesta-amarela
Ulex europaeus – Tojo
Vitis vinífera – Videira
Erica arborea – Urze-arbórea; Urze-branca
Erica australis – Urze-vermelha
Erica lusitanica - Queiroga
Rhododendron ponticum - Rododendro
Nerium oleander - loendro
Rubus ulmifolios – Silva
Cistus ladanifer – Esteva
Crataegus monogyna - Pilriteiro
Flora herbácea
Saxifraga granulata
Narcissus triandrus – Narciso
Crocus carpetanus – Açafrão-bravo
Ranunculus ficaria – Erva-hemorroidal
Lamium purpureum – Lâmio-roxo
Lamium maculatum - Chuchas
Narcissus bulbocodium – Campainhas-amarelas
Hedera helix - Hera
Thymus caespititus – Tormentelo (rupícola)
Euphorbia helioscopia - Maleiteira
Digitalis purpurea - Dedaleira
Chelidonium majus – Erva-das-verrugas
Oxalis pes-caprae – Erva-azeda
Fetos
Blechnum spicant
Pteridium aquilinum
Invasoras
Acacia dealbata – Mimosa
Acacia melanoxylon – Austrália
Cortaderia selloana – Erva-das-pampas ou penachos
Poster: Enriquecimento Ambiental
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Poster submetido no 6th European Zoo Nutrition Conference organizado por ConZOOlting Wildlife Management and the EAZA Nutrition Group, que teve lugar em Barcelona nos passados dias 28 a 31 de Janeiro de 2010.
Titulo em Português: Estudo da resposta a níveis de dificuldade na obtenção do alimento, por aves predadoras, em centros de recuperação de animais selvagens.
Para além deste poster, o trabalho vai ser divulgado em formato de artigo na revista Zoo Animal Nutrition book Volume 5.
Saída de Campo: Observação e Identificação de Árvores e Arbustos
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A participação nesta saída de campo é gratuita.
Os participantes deverão trazer:
- Roupa e calçado confortável;
- Guia de campo de identificação de flora;
- Merenda;
- Água;
Para qualquer informação e/ou confirmação de presença nesta actividade agradecemos contacto por e-mail (cervas.pnse@gmail.com) ou pelo telefone 962714492.
Oficina de Introdução ao estudo de Aves de Rapina Nocturnas
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Esta oficina, dirigida ao público em geral, visa contribuir para a identificação e biologia das aves de rapina nocturnas com a demonstração das vocalizações destas espécies como também a identificação e características das penas e egagrópilas de aves rapina nocturnas.
Por fim será colocado no Parque Ecológico Urbano uma caixa ninho para este tipo de aves.
Notas Importantes:
- Horário: 09H30-12H00;
- A inscrição deverá ser feita via e-mail (cmia@cm-viana-castelo.pt) ou telefone (258 809 362);
- Custo por participante – 10,00€;
- Esta actividade tem um número-limite de participantes.
Para mais informações, contactar o CERVAS (cervas.pnse@gmail.com ou 962 714 492) ou CMIA (cmia@cm-viana-castelo.pt ou 258 809 362).
Libertação: 26 de Fevereiro de 2010
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Libertação de um gavião (Accipiter nisus)
10:00 Midões, Tábua
Espécie do mês de Fevereiro: Texugo
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Foto 1: Aspecto da coloração da cabeça e do dorso de um texugo (Devolução à Natureza na Mata Nacional do Choupal)Ainda que se suponha ser um animal comum não é de fácil observação uma vez que apresenta hábitos essencialmente nocturnos e passa grande parte do tempo em tocas, que escava com as garras, bastante bem adaptados para este fim. Estas tocas podem ser um sistema complexo de túneis e câmaras, com diversas entradas.
Foto 2: Toca escavada por um texugo, sendo possível ver-se parte do animal. Esta toca foi escavada pelo próprio animal, dentro das instalações do CERVAS, durante o processso de recuperação.Em termos alimentares, o texugo é considerado como um animal omnívoro oportunista e a sua dieta passa por pequenos roedores, alguns invertebrados, como insectos, anelídeos e gastrópodes e também frutos, raízes e bolbos.
De acordo com o Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal, editado pelo Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade, esta espécie apresenta um estatuto de conservação “Pouco Preocupante” sendo as suas principais causas de ameaça, o atropelamento e o abate ilegal.
Saída de Campo: As Aves do Rio Mondego - Nelas
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Ainda dentro da aldeia, foi possível observar várias aves típicas de zonas agrícolas, entre as quais, cias, verdilhões, pintassilgos e milheirinhas. Perto da hora e zona de almoço, foi possível observar uma das aves mais interessantes do dia, o açor.
O percurso continuou sempre junto ao rio, em direcção a Póvoa de Luzianes. Aqui observaram-se várias espécies entre os quais, cartaxo, gaio, picapau-malhado-grande e picanço-real. Durante esta saída de campo foi possível observar as seguintes 34 espécies de aves:
- Phalacrocorax carbo (Corvo-marinho)
- Ardea cinerea (Garça-real)
- Accipiter gentilis (Açor)
- Buteo buteo (Águia-de-asa-redonda)
- Streptopelia decaocto (Rôla-turca)
- Apus apus (Andorinhão-preto)
- Dendrocopos major (Pica-pau-malhado)
- Ptyonoprogne rupestris (Andorinha-das-rochas)
- Anthus pratensis (Petinha-dos-prados)
- Motacilla cinerea (Alvéola-cinzenta)
- Motacilla alba (Alvéola-branca)
- Erithacus rubecula (Pisco-de-peito-ruivo)
- Phoenicurus ochruros (Rabirruivo)
- Saxicola torquata (Cartaxo)
- Turdus merula (Melro)
- Turdus philomelos (Tordo-pinto)
- Turdus viscivorus (Tordoveia)
- Phylloscopus collybita (Felosinha)
- Sylvia melanocephala (Toutinegra-dos-valados)
- Sylvia atricapilla (Toutinegra-de-barrete)
- Aegithalos caudatus (Chapim-rabilongo)
- Parus ater (Chapim-carvoeiro)
- Parus caeruleus (Chapim-azul)
- Parus major (Chapim-real)
- Lanius meridionalis (Picanço-real)
- Garrulus glandarius (Gaio)
- Corvus corone (Gralha-preta)
- Corvus corax (Corvo)
- Passer domesticus (Pardal)
- Fringilla coelebs (Tentilhão)
- Serinus serinus (Milheirinha)
- Carduelis chloris (Verdilhão)
- Carduelis carduelis (Pintassilgo)
- Emberiza cia (Cia)
O CERVAS na Feira do Campo e da Caça (Gouveia)
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Para além da presença permanente de técnicos do CERVAS, o stand contou também com uma pequena exposição de material de educação ambiental.
O espaço do CERVAS foi visitado por várias dezenas de pessoas, entre as quais a Ministra do Ambiente e do Ordenamento do Território, Dulce Pássaro, do Secretário de Estado de Estado da Administração Local, José Junqueiro e do Presidente da Câmara Municipal de Gouveia, Álvaro Amaro.
Este evento foi organizado pela Câmara Municipal de Gouveia e pela DLCG - Empresa Municipal de Gouveia e esteve inserido nos festejos do "Carnaval da Serra 2010".

Abate a tiro ilegal
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Captura e Cativeiro ilegal
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Imagem 1: Tartaranhão-ruivo-dos-pauis (Circus aeruginosus) apreendido pelas autoridades em situação de cativeiro ilegal em casa de um particular.
Foto: Fábia Azevedo
Imagem 2: Pintassilgos (Carduelis carduelis) apreendidos pelas autoridades em situação de cativeiro ilegal em casa de um particular. Todos os animais (num total de 22) encontravam-se dentro da gaiola que se encontra no centro da imagem, com uma concentração elevadíssima de indivíduos, apenas com um ponto de acesso a comida e água e sem quaisquer condições de higiene
Foto: CERVAS
Para além dos problemas próprios da situação de cativeiro, em muitos casos verifica-se corte intencional de penas, garras e até de bicos ou membros de aves selvagens capturadas. A recuperação é por vezes impossível devido às lesões físicas, mas o tempo prolongado de contacto com humanos também pode acabar por afectar o estado psicológico normal de cada indivíduo, sobretudo se esse contacto existir desde uma fase muito inicial na vida do animal. Estes animais não podem ser devolvidos à Natureza, pois na grande maioria dos casos não conseguiriam relacionar-se correctamente com outros indivíduos da mesma espécie, e poderiam aproximar-se em demasia de populações humanas.
Imagem 3: Juvenil de Açor (Accipiter gentilis) que estava em cativeiro ilegal numa aldeia de Gouveia e a quem foram cortadas todas as penas das asas.
Foto: Artur Vaz Oliveira
Desde 2006 até ao final de 2009, ingressaram no CERVAS 158 animais devido a captura e cativeiro ilegal, o que representa aproximadamente 16% do total de ingressos. Os dados recolhidos permitem concluir que, no que diz respeito aos animais que ingressam no CERVAS, as principais apreensões de animais em situação de cativeiro ilegal são registadas na zona centro do país, com destaque para os distritos de Coimbra, Viseu e Portalegre.
Imagem 4: Distribuição geográfica (por freguesia e por ano) dos animais ingressos totais no CERVAS (esquerda) e distribuição geográfica dos ingressos no CERVAS devido a captura e cativeiro ilegal.
Estes dados não indicam que a problemática do cativeiro ilegal apenas se verifique nesta zona do país, mas poderão estar também relacionados com um maior número de denúncias e consequentemente um esforço maior ao nível da detecção e resolução destes casos.
No que diz respeito às espécies apreendidas, verifica-se que a pressão da captura e do cativeiro ilegal incidem sobretudo sobre os passeriformes como o Pintassilgo (Carduelis carduelis), o Bico-de-lacre (Estrilda astrid) e a Milheira (Serinus serinus), mas também em aves de rapina como a Águia-de-asa-redonda (Buteo buteo) e o Milhafre-preto (Milvus migrans). A seguinte lista indica todas as espécies que ingressaram no CERVAS por cativeiro ou captura ilegal, bem como o número de indivíduos por espécie:
Accipiter gentilis - 7
Aquila pennata - 7
Athene noctua - 1
Buteo buteo - 16
Carduelis cannabina - 2
Carduelis carduelis - 66
Carduelis chloris - 5
Circus aeruginosus - 1
Circus pygargus - 1
Corvus corax - 2
Corvus corone - 4
Cyanopica cyanus - 10
Emberiza calandra - 1
Estrilda astrild - 13
Falco tinnunculus - 1
Ficedula hypoleuca - 1
Milvus migrans - 12
Pernis apivorus - 2
Pica pica - 2
Serinus serinus - 13
Streptopelia decaocto - 1
Strix aluco - 5
Sylvia atricapilla - 2
Tyto alba - 2
Vulpes vulpes - 3
Segue-se uma lista com algumas das apreensões mais importantes registadas desde 2006, umas devido ao número de animais apreendidos, outras devido às espécies em questão:
19 de Julho de 2007: 9 Carduelis carduelis (Pintassilgo), 7 Serinus serinus (Milheira) e Pica pica (Pega-rabuda), Muxagata, Vila Nova de Foz Côa;
12 de Setembro de 2007: 13 Carduelis carduelis (Pintassilgo) Galveias, Ponte de Sôr;
21 de Outubro de 2007: Circus aeruginosus (Tartaranhão-ruivo-dos-paúis), Mangualde;
15 de Novembro de 2007: Circus pygargus (Tartaranhão-caçador), São Bartolomeu, Borba;
13 de Março de 2008: 6 Carduelis carduelis (Pintassilgo), 4 Travessos (híbrido de Carduelis carduelis e Serinus canaria), 3 Serinus serinus (Milheira), 2 Carduelis cannabina (Pintarroxo), 2 Sylvia atricapilla (Toutinegra-de-barrete) e Carduelis chloris (Verdilhão), Cantar-Galo, Covilhã;
17 de Junho de 2008: 10 Cyanopica cyanus (Pega-azul) e Pica pica (Pega-rabuda), Pinhel;
03 de Julho de 2009: 4 Accipiter gentilis (Açor), 2 Buteo buteo (Águia-de-asa-redonda) e Milvus migrans (Milhafre-preto), Moita, Anadia.
A resolução deste problema passa por um maior esforço preventivo ao nível informação e sensibilização das populações e por aumento na vigilância, sobretudo nos locais onde existem fortes indícios da ocorrência de captura ilegal de espécies protegidas.








