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Campanha de apadrinhamentos: Dia do Pai


Neste mês de Março, não deixes passar o dia do pai em branco! Oferece um presente especial ao teu pai e ao mesmo tempo estás a ajudar o CERVAS e a recuperação de animais selvagens.

O que recebe o teu pai?
O teu pai como padrinho de um animal terá a possibilidade de devolvê-lo à natureza (se tal for possível no final do processo de recuperação, e se assim o desejar) e receberá um certificado de apadrinhamento especial do dia do pai. Receberá um boletim informativo sobre a espécie apadrinhada e poderá solicitar dados e fotos do animal de forma a acompanhar o processo de recuperação. O seu contacto será inserido na lista de divulgação do CERVAS para que possa obter informações sobre as próximas actividades em que poderá participar, tornando-se, desta forma, um membro activo na dinamização da recuperação de animais selvagens em Portugal.  A visita ao centro para toda a família também será possível quando solicitada atempadamente e adequadamente combinada com os respectivos técnicos e colaboradores.

Neste momento, os animais selvagens em recuperação no CERVAS, que podem ser apadrinhados, são os seguintes:

Geneta (Genetta genetta)


FICHA DE APADRINHAMENTO DISPONÍVEL AQUI

Nota: os valores indicados referem-se a apadrinhamento individual/particular. Caso pretenda ceder apoios através de uma instituição / empresa, os valores mínimos serão de 250€ para qualquer espécie indicada anteriormente (podendo ser deduzidos no IRS ao abrigo da lei do mecenato ambiental).

Modos de pagamento:
- CHEQUE: Em nome de Associação ALDEIA enviado juntamente com a ficha de apadrinhamento para:
ALDEIA/CERVAS. Apartado 126. 6290-909 Gouveia

- TRANSFERÊNCIA*:
NIB: 003503540003190733089 (Caixa Geral de Depósitos de Gouveia)
*Enviar comprovativo de transferência por correio para a morada acima indicada ou por correio electrónico para cervas.pnse@gmail.com

Para qualquer informação adicional contactar:
CERVAS: 962714492 ou cervas.pnse@gmail.com


Espécie do mês de Fevereiro: Falcão-peregrino


O falcão-peregrino (Falco peregrinus) é um falconiforme com um aspecto poderoso e compacto. Morfologicamente apresenta o peito amplo, asas largas e pontiagudas e uma cauda relativamente curta. Os indivíduos adultos possuem as partes ventrais esbranquiçadas ou rosadas e as partes dorsais cinzento-azuladas, e a cabeça cinzento-escura com bigodes pretos bem marcados. As fêmeas apresentam uma plumagem semelhante à dos machos, mas normalmente são muito maiores. Os juvenis são mais aprimorados, com plumagem acastanhada e com estrias ventrais largas em vez de finas barras, como apresentam os adultos, e bigodes menos marcados.


O Falcão-peregrino distribui-se de forma descontínua de norte a sul do país, quer no interior quer no litoral, frequentando zonas com escarpas altas, onde instala os seus ninhos. As principais áreas de nidificação do falcão-peregrino situam-se ao longo de toda a costa rochosa com falésias elevadas. Zonas montanhosas ou rios com fragas do interior, como o Parque Nacional da Peneda-Gerês ou Douro Internacional, também albergam uma percentagem significativa da população nacional. Salienta-se uma escassez desta espécie no Alto Tejo, do Rio Sabor ou do rio Côa, locais potencialmente favoráveis à sua presença, tal poderá dever-se à abundância de águias-reais e de águias de Bonelli, espécies que aparentemente o falcão-peregrino parece evitar. Como já foi referido, o falcão-peregrino instala os seus ninhos em escarpas, em edifícios e por vezes em árvores. Em Portugal, os ninhos são instalados em escarpas podendo igualmente aproveitar ninhos de outras espécies construídos em árvores. O processo de nidificação ocorre normalmente entre Março a Julho e as posturas são geralmente compostas por 3 ou 4 ovos e a incubação dura 29 a 32 dias, estando as crias aptas a voar passados dois meses.

As aves que nidificam em Portugal são essencialmente residentes, podendo ser observadas ao longo de todo o ciclo anual. Os que ocorrem com alguma regularidade em áreas onde não nidificam, como acontece no interior alentejano ou em zonas húmidas do litoral, observam-se alguns juvenis em movimentos de dispersão, que provêm da população nacional. Outros são com certeza migradores oriundos de áreas de reprodução mais setentrionais, facto comprovado pela recaptura de aves anilhadas no Reino Unido, França, Alemanha, Polónia, Suécia e na Finlândia. É provável ainda que alguns dos falcões-peregrinos do norte da Europa se encontrem em Portugal apenas de passagem, quando realizam a migração para as zonas de invernada na África Ocidental.


Uma das características deste falcão que o tornam notável é possuir um voo extremamente rápido, podendo atingir velocidades superiores a 300Km/h em voo picado, sobre áreas abertas com matos de montanha e costeiros, arribas sobre o mar, planos de água, pastagens, cultivos cerealíferos e pousios. A sua técnica de caça baseia-se sobretudo na velocidade com que desfere o ataque, dando uso da sua extraordinária velocidade os falcões-peregrinos agarram as suas presas em pleno voo, com a ajuda das garras que são usadas como lâminas, ou simplesmente através do impacto abatem as presas.

O falcão-peregrino possui uma dieta constituída quase exclusivamente por aves. Um estudo realizado em Portugal no Parque Nacional da Peneda-Gerês em 1996 constatou que a ave mais consumida era o pombo, sendo a grande maioria pombos-domésticos, seguindo-se de pequenos passeriformes e ainda morcegos do género pipistrellus. Nas zonas húmidas costeiras nacionais a espécie é frequentemente observada caçando limícolas e patos.


O estatuto de conservação a nível nacional está classificado como vulnerável, apesar de após um período de possível declínio durante as décadas de 1970 e de 1980, a população nidificante parecer estar a aumentar. Entre as muitas ameaças que existem, destacam-se a perseguição humana através do abate a tiro e a utilização de iscos envenenados, a pilhagem de ninho e o roubo de juvenis  para a falcoaria continuam a ser factores importantes que intervêm na diminuição da produtividade das colónias e a electrocussão e colisão com linhas eléctricas.


Como curiosidade é de referir que em todo o mundo são reconhecidas mais de 20 subespécies, sendo que a espécie que reside em Portugal pertence à subespécie Falco peregrinus brookei e que durante o inverno chegam ao nosso país aves que pertencem às subespécies Falco peregrinus peregrinus e Falco peregrinus calidus.


Relatório de actividades 2012




Descarregar documento aqui

Devolução à Natureza de um corvo-marinho em Ratoeira


No dia 8 de Fevereiro de 2013 foi devolvido à Natureza um corvo-marinho (Phalacrocorax carbo) em Ratoeira, Celorico da Beira.


O local escolhido foi a praia fluvial de Ratoeira, junto ao Rio Mondego, por ser próxima de onde a ave tinha sido encontrada ferida e por reunir as condições necessárias para a espécie.


Antes da libertação foi realizada uma breve sessão de esclarecimento onde foram apresentadas as principais características da espécie e alguns aspectos relacionados com o seu comportamento.


A ave foi devolvida à Natureza pelas pessoas que a tinham encontrado ferida no início de 2013 e que a entregaram de imediato no CERVAS.


No momento do ingresso no centro o corvo-marinho apresentava uma fractura numa das asas, e após tratamento da lesão a ave foi mantida numa jaula que foi adaptada para responder às necessidades desta espécie aquática.


Foi a primeira vez que o CERVAS teve a oportunidade de devolver à Natureza um corvo-marinho, uma ave que é relativamente comum na região durante o Inverno, principalmente nas zonas próximas do Rio Mondego, mas que raramente ingressa em centros de recuperação no interior do país.


O CERVAS agradece de forma especial ao Nuno Ribeiro e família pela rápida recolha e entrega deste animal ferido, o que contribuiu decisivamente para o sucesso da recuperação, e ainda ao José Prata Reis pela cedência destas fotografias.

Devolução à Natureza de uma garça-real em Vila Franca das Naves


No dia 8 de Fevereiro de 2013 às 11:30 foi devolvida à Natureza uma garça-real (Ardea cinerea) em Vila Franca das Naves, Trancoso.



Esta acção foi presenciada por alguns habitantes locais, autoridades e ainda alunos e professores da escola EB1,2,3 de Vila Franca das Naves.



A garça tinha sido encontrada por habitantes locais, dentro de um tanque numa propriedade agrícola, que a recolheram e encaminharam para o CERVAS através do SEPNA-GNR de Pinhel.


A ave apresentava lesões numa das asas provavelmente causadas por colisão contra alguma estrutura. A recuperação consistiu em tratamento das lesões e repouso numa fase inicial, e finalmente um período de treino de voo numa jaula de grandes dimensões.


O local escolhido para a devolução à Natureza era próximo daquele onde a ave tinha sido encontrada, junto a campos agrícolas e uma linha de água.



O CERVAS agradece o interesse de todas as pessoas presentes e está disponível para a realização de futuras acções de sensibilização ambiental em Vila Franca das Naves, em cooperação com entidades locais.




Poderá encontrar mais informações sobre a garça-real aqui e aqui.

Associação ALDEIA / CERVAS participou na ExpoSerra 2013


Tal como em anos anteriores a Associação ALDEIA / CERVAS esteve presente na ExpoSerra 2013, em Gouveia.


Este evento decorreu entre 1 e 3 de Fevereiro de 2013 e foi organizado pela Câmara Municipal de Gouveia.


A ALDEIA / CERVAS dinamizou um espaço de divulgação do seu trabalho onde os participantes tiveram oportunidade de contactar com diverso material pedagógico relacionado com a fauna selvagem de Portugal.


O pavilhão onde decorreu a ExpoSerra foi visitado pela população local e visitantes de outras regiões de país, e cerca de 400 pessoas puderam conhecer o CERVAS durante os 3 dias do evento.


Todas as pessoas que entraram no espaço do CERVAS receberam informações sobre algumas das espécies de animais selvagens que existem em Portugal bem como as principais problemáticas de conservação que as afectam.


O trabalho da associação ALDEIA e do CERVAS foi também mencionado e os visitantes puderam também conhecê-lo de forma mais próxima através de apresentação de fotografias e videos do trabalho diário que é desenvolvido.


A ALDEIA / CERVAS agradece o convite da organização e mantém o interesse em participar em futuros eventos que permitam um contacto próximo e directo com a população.



Espécie do mês de Janeiro: Corvo-marinho



O corvo-marinho (Phalacrocorax carbo) é o único do género que ocorre em águas interiores. Possui um aspecto robusto, com pescoço grosso e cabeça grande e a área gular nua e amarelo-alaranjada estendendo-se até aos olhos.
Os indivíduos reprodutores têm manchas brancas sobre a cabeça e flancos e os juvenis possuem o pescoço e o ventre brancos.


Os corvos-marinhos possuem um voo pesado durante o momento em que levantam voo, encolhendo um pouco o pescoço. 


O corvo-marinho é uma espécie invernante no nosso país, proveniente das ilhas Britânicas, países baixos e Dinamarca, cujos primeiros indivíduos, de uma forma geral, chegam no início de Setembro, aumentando de forma significativa a partir de Outubro. Após o inverno regressam aos seus locais de nidificação em Fevereiro e sobretudo em Março, podendo um número muito reduzido de aves permanecer em alguns locais ao longo de todo o ciclo anual.
O corvo-marinho em Portugal é uma espécie comum ao longo de todo o litoral com uma distribuição ampla, embora mais descontínua no interior. No litoral aberto ao oceano é pouco frequente em sectores arenosos, preferindo a costa rochosa, onde se podem concentrar bandos que atingem algumas dezenas de indivíduos (Cabo Carvoeiro e Cabo da Roca).


O corvo-marinho pode ser visto normalmente em barragens, grandes rios, lagoas costeiras, pauis, estuários e rias, onde nestes últimos durante o dia descansa pousado em baixios intermareais, utilizando igualmente balizas de sinalização e outras estruturas. Por norma, o corvo-marinho, é uma espécie gregária podendo ser vista em bandos, em dormitórios que se situam em ilhotas rochosas, em árvores localizadas em zonas ribeirinhas e em bancos de areia fluviais, que podem reunir milhares de indivíduos. É um nidificante raro em Portugal onde somente em 2007 houve registo de nidificação pela primeira vez, na barragem do Alqueva, verificando-se nos anos posteriores novos registos no mesmo local. Para a nidificação o corvo-marinho escolhe preferencialmente árvores situadas em barragens, e os ninhos encontram-se activos de Maio a final de Julho. Na Europa as posturas desta espécie são constituídas por 3-4 ovos, que são incubados durante 28 a 31 dias, e as crias voam com cerca de 50 dias de idade. 


O corvo-marinho é piscívoro, alimentando-se de peixes que captura mergulhando a profundidades que podem oscilar entre 3 e 9 metros.
Como curiosidade na Ásia Oriental o corvo-marinho é utilizado pelo Homem na pesca (actualmente para fins turísticos), para o efeito é colocado um aro em redor do pescoço das aves de forma a impedir a ingestão das presas capturadas durante os mergulhos.


O número de indivíduos desta espécie em Portugal tem vindo a aumentar assim como a sua área de distribuição que pode ter sido favorecida pelo incremento do número de barragens e açudes em algumas regiões, e com a expansão do corvo-marinho no norte e no centro da Europa. O corvo-marinho, apesar de protegido por lei é perseguido nalgumas regiões onde existem grandes complexos de piscicultura intensiva, colocando para o efeito redes, tiras de plástico ou fios de arame ou de nylon sobre os tanques de piscicultura, o uso de espantalhos ou o recurso a canhões detonadores, sendo o impacto da aplicação de alguns destes métodos elevado. 

Bibliografia:
-Catry, P., Costa, H., Elias, G. & Matias, R. 2010. Aves de Portugal: Ornitologia do Território Continental. Assírio & Alvim, Lisboa. ISBN: 978-972-37-1494-4.
- Bruun B., Svensson H. 2002. Aves de Portugal e Europa. Guias FAPAS. ISNB:972-95951-0-0


Visita da Escola Secundária José Loureiro Botas ao CERVAS


À semelhança de anos anteriores o CERVAS recebeu a visita da Escola Secundária José Loureiro Botas, do Agrupamento de Escolas de Vieira de Leiria, no dia 25 de Janeiro de 2013.


Durante cerca de uma hora os cerca de 45 alunos e professores dividiram-se em pequenos grupos para poderem conhecer as diferentes áreas de trabalho do CERVAS, bem como do Parque Ecológico de Gouveia.


Através do contacto com o material de educação ambiental e divulgação do CERVAS foi possível apresentar as diferentes linhas de trabalho desenvolvidas bem como as espécies que ingressam com mais frequência e respectivas causas de ingresso.


Tal como é hábito foi dado um especial destaque a diferentes problemáticas como por exemplo o cativeiro ilegal de espécies protegidas, com o objectivo de que os visitantes possam contribuir na divulgação de informações que permitam minimizar o impacte desta prática ainda frequente em Portugal.


O CERVAS agradece o interesse de todos os visitantes e está disponível para futuras acções de colaboração.

Campanha de apadrinhamentos: Dia dos Namorados



Porque todos têm uma alma gémea, ajude-os na sua recuperação, apadrinhe um animal selvagem e contribua para a conservação.

COLABORE COM O CERVAS PARTICIPANDO NESTA CAMPANHA OU CONTRIBUINDO PARA A SUA DIVULGAÇÃO.

Neste momento, os animais selvagens em recuperação no CERVAS, que podem ser apadrinhados, são os seguintes:

Com uma contribuição mínima de 15€ cada:
Mocho-galego (Athene noctua)
Mocho-d´-orelhas (Otus scops)
Coruja-das-torres (Tyto alba)
Coruja-do-mato (Strix aluco)
Águia-de-asa-redonda (Buteo buteo)
Águia-calçada (Aquila pennata)
Tartaranhão-ruivo-dos-pauis (Circus aeruginosus)
Milhafre-preto (Milvus migrans)
Peneireiro-comum (Falco tinnunculus)

Com uma contribuição mínima de 25€ cada:
Bufo-real (Bubo bubo)
Açor (Accipiter gentilis)
Milhafre-real (Milvus milvus)
Grifo (Gyps fulvus)
Falcão-abelheiro (Pernis apivorus)
Corvo-marinho (Phalacrocorax carbo)
Garça-real (Ardea cinerea)

FICHA DE APADRINHAMENTO DISPONÍVEL AQUI

Nota: os valores indicados referem-se a apadrinhamento individual/particular. Caso pretenda ceder apoios através de uma instituição / empresa, os valores mínimos serão de 250€ para qualquer espécie indicada anteriormente (podendo ser deduzidos no IRS ao abrigo da lei do mecenato ambiental).

O que recebem os padrinhos?
Ao apadrinhar um animal terá a possibilidade de devolvê-lo à natureza (se tal for possível no final do processo de recuperação, e se assim o desejar) e receberá um certificado de apadrinhamento. Poderá solicitar dados e fotos do animal apadrinhado e o seu contacto será inserido na lista de divulgação do CERVAS para que possa obter informações sobre as próximas actividades em que poderá participar, tornando-se, desta forma, um membro activo na dinamização da recuperação de animais selvagens em Portugal.  A visita ao centro também será possível quando solicitada atempadamente e adequadamente combinada com os respectivos técnicos e colaboradores.

Modos de pagamento:
- CHEQUE: Em nome de Associação ALDEIA enviado juntamente com a ficha de apadrinhamento para:
ALDEIA/CERVAS. Apartado 126. 6290-909 Gouveia

- TRANSFERÊNCIA*:
NIB: 003503540003190733089 (Caixa Geral de Depósitos de Gouveia)
*Enviar comprovativo de transferência por correio para a morada acima indicada ou por correio electrónico para cervas.pnse@gmail.com

Para qualquer informação adicional contactar:
CERVAS: 962714492 ou cervas.pnse@gmail.com

CERVAS nas XX Jornadas Pedagógicas de Educação Ambiental


Durante os dias 18 e 19 de Janeiro de 2013 o CERVAS participou nas XX Jornadas Pedagógicas de Educação Ambiental que decorreram em Leiria.


Este evento, que foi organizado pela Associação Portuguesa de Educação Ambiental (ASPEA) e Câmara Municipal de Leiria,  teve um programa diversificado que incluiu conferências, oficinas, feira, cinema e outras actividades.


O CERVAS dinamizou uma exposição e oficinas sobre Fauna Selvagem no espaço da Feira, no Mercado Sant´Ana, por onde passaram dezenas de pessoas, entre população local e participantes nas jornadas, que assim tiveram a oportunidade de conhecer o trabalho do centro.


Outra das actividades desenvolvidas foi uma palestra sobre o papel dos centros de recuperação de Fauna Selvagem na Educação Ambiental - o exemplo do CERVAS no âmbito do grupo de trabalho sobre o papel dos equipamentos para a educação ambiental que esteve reunido no centro de interpretação ambiental de Leiria durante a tarde de Sábado.


O CERVAS agradece o convite para participação no evento e está disponível e interessado em futuras acções de colaboração com a ASPEA.

Devolução à Natureza de 1 milhafre-real e 1 peneireiro-vulgar em Celorico da Beira


No dia 22 de Dezembro de 2012 às 9h foi devolvido à Natureza um milhafre-real (Milvus milvus) em Baraçal, Celorico da Beira.


Esta ave tinha sido encontrada no chão, ferida, por habitantes locais, provavelmente após ter sido atingida com um tiro.



O milhafre-real foi encaminhado para o CERVAS através do SEPNA/GNR da Guarda e apresentava uma fractura numa das asas.


Após tratamento das lesões, fisioterapia e treino de voo em contacto com milhafres e outras aves de rapina, esta ave foi devolvida à Natureza pelas pessoas que a encontraram, no mesmo local onde tinha sido recolhida.



No mesmo dia, às 11:30, foi devolvido à Natureza um peneireiro-vulgar (Falco tinnunculus) em Vila Boa do Mondego, Celorico da Beira.



Este falcão também tinha sido encontrado ferido com uma fractura numa das asas causada por tiro, e foi encaminhado para o CERVAS pelo SEPNA/GNR da Guarda.



Apesar da fractura, a ave teve uma recuperação muito rápida e esteve em contacto com outras aves da mesma espécie durante as fases de treino de voo e caça.


O local da libertação foi o mesmo onde tinha sido recolhida e onde a espécie é observada com regularidade.